Por que a geração distribuída cresce mesmo em cenários de juros altos
Mesmo com o crédito mais caro, o modelo avança ao oferecer economia sem investimento inicial e maior previsibilidade nos custos de energia | Imagem: Freepik
Em momentos de juros elevados, é comum que investimentos desacelerem. Afinal, o crédito fica mais caro e decisões financeiras tendem a ser mais cautelosas. Ainda assim, a geração distribuída segue em expansão no Brasil e isso não acontece por acaso.
Um dos principais motivos é que esse modelo não depende, necessariamente, de financiamento por parte do consumidor. No caso da geração compartilhada, como nas cooperativas de energia, não há necessidade de investimento inicial. O consumidor passa a receber créditos de energia diretamente na fatura, o que elimina uma das maiores barreiras em períodos de juros altos: o custo de entrada.
Além disso, o cenário de juros elevados costuma vir acompanhado de pressão inflacionária e aumento nas tarifas de energia. Isso torna a conta de luz mais pesada no orçamento e, consequentemente, aumenta o interesse por alternativas que tragam previsibilidade e economia. A geração distribuída, nesse contexto, funciona como uma forma de proteção contra oscilações tarifárias.
Outro ponto importante é o caráter estrutural da energia. Diferente de outros gastos, a eletricidade é essencial e recorrente. Ou seja, mesmo em momentos de retração econômica, ela continua sendo consumida, o que faz com que soluções que reduzam esse custo tenham alta relevância para famílias e empresas.
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