Energia solar, eólica e hidrelétrica, qual é a melhor fonte para o Brasil?
Conheça os prós e contras das principais fontes renováveis do país e como a geração distribuída amplia o potencial energético brasileiro | Imagem: Freepik
O Brasil possui uma matriz elétrica predominantemente renovável, mas nem todas as fontes têm o mesmo peso ou impacto. A hidrelétrica ainda lidera, com cerca de 50% da geração nacional. Ela é eficiente, mas altamente dependente de recursos hídricos, um desafio em períodos de estiagem, que tendem a ser mais frequentes com as mudanças climáticas. Além disso, grandes hidrelétricas causam impactos socioambientais significativos em áreas alagadas e populações locais.
A energia eólica aparece como a segunda fonte mais relevante. Concentrada principalmente no Nordeste, a geração de energia pelo vento tem avançado graças às características favoráveis da região, com ventos constantes e estáveis. No entanto, a intermitência ainda exige complementação de outras fontes ou soluções de armazenamento para garantir fornecimento contínuo.
Já a energia solar fotovoltaica vem crescendo de forma acelerada, impulsionada pela redução de custos e pelas políticas de incentivo. O Brasil possui alta incidência solar em quase todo o território, o que permite uma geração eficiente. Ainda assim, a produção também é intermitente e exige integração com outras fontes ou tecnologias para armazenamento.
Em termos de “melhor fonte”, a resposta não é exclusiva, pois o equilíbrio entre hidrelétricas, eólicas e solares forma uma matriz complementar. A diversificação reduz riscos de abastecimento e aumenta a segurança energética.
Dentro desse cenário, a geração distribuída se destaca como um modelo eficiente para ampliar o acesso à energia limpa. Por meio de cooperativas, como a Opção Energia, empresas podem consumir energia renovável, proveniente de fontes como solar, eólica e hidrelétrica (de pequeno porte) sem a necessidade de investir em usinas próprias ou instalar equipamentos.
A energia gerada por essas fontes é injetada na rede e compensada na fatura do consumidor cooperado, que passa a utilizar energia de origem renovável com mais economia e praticidade. Com a Opção Energia, é possível reduzir em até 35% o valor da conta de luz, utilizando uma energia mais sustentável e sem custos de adesão ou infraestrutura.