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5 mitos sobre energia limpa que ainda afastam empresários de investir no setor

Muitas empresas ainda resistem à energia limpa por informações ultrapassadas ou distorcidas | Imagem: Freepik

 

A energia limpa já deixou de ser uma promessa distante para se tornar realidade no Brasil. Mesmo assim, muitos empresários ainda hesitam em aderir a soluções sustentáveis como a geração distribuída, modelo que permite ao consumidor utilizar a energia gerada por fontes renováveis, mesmo que não esteja no mesmo local de consumo. Parte dessa resistência está em mitos que persistem no mercado e prejudicam decisões estratégicas.

 

O primeiro mito é que energia limpa é cara. Hoje, o custo da energia solar, por exemplo, caiu significativamente e o modelo de geração distribuída torna o acesso ainda mais viável, sem necessidade de grandes investimentos em infraestrutura própria. Participar de uma cooperativa permite que empresas de diferentes portes usufruam desses benefícios sem precisar instalar usinas.

 

Outro equívoco comum é acreditar que energia renovável é instável e não consegue atender à demanda de uma empresa. A geração distribuída compensa essa percepção: a energia injetada na rede distribuidora gera créditos que podem ser usados para abater o consumo, garantindo previsibilidade e fornecimento contínuo.

 

Há também o mito de que energia limpa é apenas uma pauta ambiental. Na prática, ela reduz custos, melhora o desempenho ESG e fortalece a imagem corporativa perante clientes e investidores.

 

Alguns empresários ainda acreditam que só vale a pena para grandes indústrias. Isso não é verdade: pequenas e médias empresas também podem economizar na conta de luz com energia cooperada.

 

Por fim, muitos pensam que o processo de adesão é burocrático. Com cooperativas como a Opção Energia, o acesso à geração distribuída é simplificado, com suporte técnico, jurídico e operacional.

 

Romper esses mitos é urgente. Quem deixa essas ideias ultrapassadas limitarem suas escolhas continua pagando caro por uma energia que poderia custar menos, tanto no bolso quanto na reputação da empresa.